1. O que é afinal um país desenvolvido? Um país desenvolvido, segundo os padrões das sociedades consumistas contemporâneas, é um país que tem um PIB per capita superior e que possui um índice de desenvolvimento humano (IDH) elevado. Estes países situam-se principalmente na Europa, América Anglo-saxónica e na Oceânia. A América Latina não conta com nenhum país desenvolvido, mas conta com vários países em processo de desenvolvimento e países emergentes, como o Brasil, Argentina e México. Tais países possuem um elevado IDH e um PIB grande, mas mesmo assim lutam contra problemas sociais, como a desigualdade. Já a África não possui nenhum país desenvolvido. Na Ásia, os únicos considerados desenvolvidos são o Japão, Israel e os Tigres Asiáticos (Coreia do Sul, Taiwan e Singapura). O conceito de Primeiro Mundo está intrinsecamente ligado a esta definição de países.
As sociedades desses países são altamente consumistas. A luta por melhores condições de vida da população é visível, principalmente no que diz respeito a uma melhor distribuição de renda, não existindo grandes disparidades entre uma classe social e outra. Os impostos cobrados são directamente direccionados à construção de escolas, habitações, estradas, hospitais, programas de saúde e reformas mais justas. A democracia está totalmente implementada nas nações desenvolvidas. Há nos países desenvolvidos uma densa e articulada rede de cidades. O conceito de "país desenvolvido" é apenas uma referência económica e política, não reflectindo necessariamente o grau real de desenvolvimento social e cultural. Há quem questione se os países onde não há direitos civis e políticos, onde não existe segurança social e onde ainda se aplica a pena de morte e os maus tratos aos reclusos, serão mesmo desenvolvidos, ou se apenas sofreram de crescimento económico.
Os países subdesenvolvidos ou periféricos possuem 80% da população mundial. A maior parte dos países subdesenvolvidos ficam na Ásia, na África e na América Latina
Entre os aspectos relacionados ao quadro humano, destacam-se:
o acelerado crescimento populacional, consequência das elevadas taxas de natalidade.
o baixo nível de renda de grande parte da população, determinando a formação de grande surtos de pobreza nos países subdesenvolvidos. Além disso a distribuição de renda é imperfeita.
as precárias condições de saúde, reflexo da subalimentação que atinge grande parte da população e das péssimas condições assistenciais, principalmente médico -hospitalares.
as péssimas condições de moradia, uma vez que grande parte da população vive em favelas e cortiços desprovidos de infra-estrutura básica(água canalizada, esgoto, etc.),o que intensifica o êxodo rural -O desenvolvimento de um país é avaliado através de um conjunto de características quantitativas e qualitativas chamados indicadores Existem 2 tipos de Indicadores: Natureza Económica:
Indicadores de natureza económica
PIB (Produto Interno Bruto)
PNB (Produto nacional bruto)
Natureza Social:
Indicadores de natureza Social
EMV (esperança média de vida)
TMI (taxa mortalidade infantil)
Taxa de Analfabetismo
Nº de médicos para um determinado nº de habitantes
Etc.
-Contudo estes indicadores sendo dados estatísticos, correspondem a uma média, daí não serem iguais para todas as pessoas. É igual à soma de todos os bens e serviços produzidos num país por qualquer empresa, seja nacional ou não. -Se dividirmos este valor pelo nº de habitantes obtemos o PIB/habitante Soma de todos os bens e serviços, produzidos pelas empresas nacionais onde quer que elas se encontrem. -Se dividirmos o PNB por habitante temos o PNB/habitante Traduz a riqueza material de um país e isso verifica-se através do aumento do PIB. Contudo nem sempre um alto crescimento económico, ou melhor um elevado PIB corresponde a um país desenvolvido, pois esse dinheiro é gasto muitas vezes na compra de armamento ou em bens supérfluos do que só uma pequena parte do país beneficia (caso dos países produtores de petróleo) É avaliado pelo nível de bem estar e qualidade de vida dos cidadãos (alimentação, saúde, reformas, assistência social, etc.) -Portanto um crescimento económico não é sinal de desenvolvimento, mas para que haja desenvolvimento tem que haver crescimento económico Resulta da combinação de 3 factores…
Índice de Desenvolvimento Humano
PIB/ Habitante
EMV
Taxa Alfabetização
Nestes países na actualidade, existe um grande envelhecimento da população. Como causas desse envelhecimento temos : -o controlo da natalidade iniciado nos princípios do sex XX -o aumento da EMV em resultado da redução da TM. As consequências desse envelhecimento são: -diminuição do espírito empreendedor -redução da mão-de-obra activa -Encargos para o estado em construção de lares, pagamentos de reformas, assistência médica e medicamentosa 2. Exemplos de países desenvolvidos: Países desenvolvidos: EUA, Canadá, Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Escócia, Irlanda, Japão. 3. Quais são os aspectos (variáveis) chave para o desenvolvimento de um país? O desenvolvimento mais rápido é sinónimo de maior rapidez de resposta ao mercado; A melhor qualidade traduz-se na redução do tempo necessário para resolver problemas e em mais tempo para introduzir melhorias; garantia a segurança dos activos; um ambiente de desenvolvimento estável; gerir as alterações ao longo do ciclo de vida do desenvolvimento. Evolução da População nos PMD (Países menos Desenvolvidos) Estes países na actualidade (principalmente continente africano) assiste-se a um grande aumento de população jovem. As causas de isso acontecer resultam da: - manutenção de uma elevada taxa de natalidade -grande descida da taxa de mortalidade a partir dos meados do sec XX devido à ajuda humanitário dos PD. Como consequências de tanta população jovem temos: -falta de alimentos -problemas para os governos para a construção de escolas -aumento do desemprego Em resultado de tudo isto nestes países há: - mais fome, - mais miséria - mais conflitos - mais criminalidade É ter maior ou menor autonomia para aceder a bens e serviços indispensáveis, tais como: -saúde -educação -cultura -emprego -lazer Prende-se com nível de realização pessoal e passa pela: -integração social, -segurança -auto-realização -reconhecimento social -Desenvolvidos -Desenvolvidos em Recessão -Em desenvolvimento -Pouco desenvolvidos 4. Porque há tantas diferenças entre o nível de desenvolvimento dos países? Critérios de avaliação dos países desenvolvidos: Índice de educação: Para avaliar a dimensão da educaçãoo cálculo do IDH considera dois indicadores. O primeiro, com peso dois, é a taxa de alfabetizaçãode pessoas com 15 anos ou mais de idade — na maioria dos países, uma criança já concluiu o primeiro ciclo de estudos (no Brasil, o Ensino Fundamental) antes dessa idade. Por isso a medição do analfabetismose dá, tradicionalmente a partir dos 15 anos. O segundo indicador é a taxa de escolarização: somatório das pessoas, independentemente da idade, matriculadas em algum curso, seja ele fundamental, médioou superior, dividido pelo total de pessoas entre 7 e 22 anos da localidade. Também entram na contagem os alunos supletivo, de classes de aceleração e de pós-graduaçãouniversitária, nesta área também está incluído o sistema de equivalências Rvccou Crvcc, apenas classes especiais de alfabetizaçãosão descartadas para efeito do cálculo. Longevidade: O item longevidadeé avaliado considerando a esperança de vidaao nascer. Esse indicador mostra a quantidade de anos que uma pessoa nascida em uma localidade, em um ano de referência, deve viver. Ocultamente, há uma sintetização das condições de saúdee de salubridadeno local, já que a expectativa de vidaé fortemente influenciada pelo número de mortes precoces. Renda: A rendaé calculada tendo como base o PIB per capitado país. Como existem diferenças entre o custo de vida de um país para o outro, a renda medida pelo IDH é em dólarPPC (Paridade do Poder de Compra), que elimina essas diferenças Embora não exista nenhum estudo acerca de correlações, de causa -efeito, entre as áreas do globo terrestre, o clima e as latitudes com o IDH das nações, pela observação do mapa com cores indicando o IDH podemos perceber alguns fatos. Países com IDH mais alto ficam geralmente nas maiores latitudes, locais de temperaturas médias mais baixas. É o caso da América do Norte, Europa Ocidental, Japão, Coreia do Sul, Austrália, Nova Zelândia. Com IDH ligeiramente menor nessas latitudes ficam a Rússiae as antigas nações do "bloco comunista", países onde a Renda per capitaé menor, havendo, porém, bons índices de alfabetização e expectativa de vida. Ficam aí também a Argentina, Chilee Uruguai, os países de clima mais frio da América Latina. Nações com IDH intermediário se encontram em sua maioria na América Latina, no Norte da África, Oriente Médio, China, Ásia Central, Irão, nações que ficam entre as latitudes de clima mais frio e as regiões equatoriais. Os países de menor IDH estão claramente nas menores latitudes, climas mais quentes, com forte concentração na África e no Subcontinente indiano .Dentro do próprio continente africano pode ser percebida uma ligeira tendência de maior IDH nos pontos mais afastados da linha do Equador . No Brasil se configura uma tendência geográfica similar, com IDH maior concentrado no sul e no sudeste, com alguma ramificação para o centro -oeste. As regiões de menor IDH ficam no norte e nordeste do país, mais nas proximidades do Equador . As observações acima são ilustrativas, não levando em consideração factores históricos, culturais, religiosos, políticos, colonialismo, conflitos, riquezas naturais, os quais são determinantes no desenvolvimento das nações e mesmo dentro dos países. Há, assim, algumas excepções ao que foi listado acima, nações de alto IDH nos trópicos (ex. Singapura , Malásia , Brunei e produtores de Petróleo ) e de baixo IDH nas regiões frias (geralmente ex-comunistas ). O subdesenvolvimento constitui um grave problema com que muitos dos países do mundo se debatem na actualidade. -Os condicionalismos históricos (países que foram colónias dos PD) -As condições Naturais (climas quentes, secos, húmidos que são obstáculos a actividades económicas como a agricultura e até o turismo. -Sucessivas Catástrofes Naturais (seca, inundações, furacões...) As condições naturais são igualmente um factor importante a ter em conta. No entanto existem mais causas: -Explosão Demográfica (problemas de fome, infra-estruturas...) -Agricultura Tradicional (produção menor que a população) -Economia Frágil (processo de matérias-primas agrícolas, recursos mineiros e energéticos é feito por empresas multinacionais) Esta lógica de trocas comerciais é ainda negativa, por gerar uma dependência económica relativamente a esses produtos, o que faz com que a oscilação dos preços tem enormes implicações nestas economias. -O baixo nível de escolaridade (o que faz com que existe fraca formação profissional) -A debilidade das infra-estruturas económicas (rede viária, aeroportos, rede ferroviária) -A crescente dívida externa (empréstimos, juros altíssimos) -A Instabilidade social. Confrontam-se com o sucessivo aumento da sua população, o que condiciona o seu desenvolvimento. E a tendência do produção < população não é acompanhada pelo aumento dos recursos alimentares. Opõe situações de fome e carência alimentar mas também tem alguns problemas como o excesso alimentar (subnutrição) e consumismo exagerado. Visa reduzir significativamente as taxas de natalidade verificadas como é o caso dos países menos desenvolvidos. Propõe-se a: -Subsídios aos casais com um só filho e agravamento dos impostos a casais com muitos filhos. -Campanhas de sensibilização para os casamentos tardios para a integração da mulher no mercado de trabalho -Aumento nível de instrução -Programas Planeamento familiar -Legalização do Aborto -Esterilização Aplica-se a política do filho único que cria incentivos nomeadamente nos cuidados de saúde gratuitos para o filho, prioridade no acesso ao emprego e habitação para casais com um filho. Aplica-se a Lei da Eugénica “É permitida a interrupção da gravidez e a esterilização, em simultâneo com o prolongamento da jornada de trabalho, a redução do período de descanso e criando condições para casamentos tardios’’. Trabalho elaborado por: Tânia Monteiro Tony Mateus
Um país desenvolvido, segundo os padrões das sociedades consumistas contemporâneas, é um país que tem um PIB per capita superior e que possui um índice de desenvolvimento humano (IDH) elevado. Estes países situam-se principalmente na Europa, América Anglo-saxónica e na Oceânia. A América Latina não conta com nenhum país desenvolvido, mas conta com vários países em processo de desenvolvimento e países emergentes, como o Brasil, Argentina e México. Tais países possuem um elevado IDH e um PIB grande, mas mesmo assim lutam contra problemas sociais, como a desigualdade. Já a África não possui nenhum país desenvolvido. Na Ásia, os únicos considerados desenvolvidos são o Japão, Israel e os Tigres Asiáticos (Coreia do Sul, Taiwan e Singapura). O conceito de Primeiro Mundo está intrinsecamente ligado a esta definição de países.
As sociedades desses países são altamente consumistas. A luta por melhores condições de vida da população é visível, principalmente no que diz respeito a uma melhor distribuição de renda, não existindo grandes disparidades entre uma classe social e outra. Os impostos cobrados são directamente direccionados à construção de escolas, habitações, estradas, hospitais, programas de saúde e reformas mais justas. A democracia está totalmente implementada nas nações desenvolvidas. Há nos países desenvolvidos uma densa e articulada rede de cidades. O conceito de "país desenvolvido" é apenas uma referência económica e política, não reflectindo necessariamente o grau real de desenvolvimento social e cultural. Há quem questione se os países onde não há direitos civis e políticos, onde não existe segurança social e onde ainda se aplica a pena de morte e os maus tratos aos reclusos, serão mesmo desenvolvidos, ou se apenas sofreram de crescimento económico.
Os países subdesenvolvidos ou periféricos possuem 80% da população mundial. A maior parte dos países subdesenvolvidos ficam na Ásia, na África e na América Latina
Entre os aspectos relacionados ao quadro humano, destacam-se:
o acelerado crescimento populacional, consequência das elevadas taxas de natalidade.
o baixo nível de renda de grande parte da população, determinando a formação de grande surtos de pobreza nos países subdesenvolvidos. Além disso a distribuição de renda é imperfeita.
as precárias condições de saúde, reflexo da subalimentação que atinge grande parte da população e das péssimas condições assistenciais, principalmente médico -hospitalares.
as péssimas condições de moradia, uma vez que grande parte da população vive em favelas e cortiços desprovidos de infra-estrutura básica(água canalizada, esgoto, etc.),o que intensifica o êxodo rural
-O desenvolvimento de um país é avaliado através de um conjunto de características quantitativas e qualitativas chamados indicadores
Existem 2 tipos de Indicadores:
Natureza Económica:
PIB (Produto Interno Bruto)
PNB (Produto nacional bruto)
Natureza Social:
-Contudo estes indicadores sendo dados estatísticos, correspondem a uma média, daí não serem iguais para todas as pessoas.
É igual à soma de todos os bens e serviços produzidos num país por qualquer empresa, seja nacional ou não.
-Se dividirmos este valor pelo nº de habitantes obtemos o PIB/habitante
Soma de todos os bens e serviços, produzidos pelas empresas nacionais onde quer que elas se encontrem.
-Se dividirmos o PNB por habitante temos o PNB/habitante
Traduz a riqueza material de um país e isso verifica-se através do aumento do PIB.
Contudo nem sempre um alto crescimento económico, ou melhor um elevado PIB corresponde a um país desenvolvido, pois esse dinheiro é gasto muitas vezes na compra de armamento ou em bens supérfluos do que só uma pequena parte do país beneficia (caso dos países produtores de petróleo)
É avaliado pelo nível de bem estar e qualidade de vida dos cidadãos (alimentação, saúde, reformas, assistência social, etc.)
-Portanto um crescimento económico não é sinal de desenvolvimento, mas para que haja desenvolvimento tem que haver crescimento económico
Resulta da combinação de 3 factores…
PIB/ Habitante
EMV
Taxa Alfabetização
Nestes países na actualidade, existe um grande envelhecimento da população. Como causas desse envelhecimento temos :
-o controlo da natalidade iniciado nos princípios do sex XX
-o aumento da EMV em resultado da redução da TM.
As consequências desse envelhecimento são:
-diminuição do espírito empreendedor
-redução da mão-de-obra activa
-Encargos para o estado em construção de lares, pagamentos de reformas, assistência médica e medicamentosa
2. Exemplos de países desenvolvidos:
Países desenvolvidos: EUA, Canadá, Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Escócia, Irlanda, Japão.
3. Quais são os aspectos (variáveis) chave para o desenvolvimento de um país?
O desenvolvimento mais rápido é sinónimo de maior rapidez de resposta ao mercado;
A melhor qualidade traduz-se na redução do tempo necessário para resolver problemas e em mais tempo para introduzir melhorias;
garantia a segurança dos activos;
um ambiente de desenvolvimento estável;
gerir as alterações ao longo do ciclo de vida do desenvolvimento.
Evolução da População nos PMD (Países menos Desenvolvidos)
Estes países na actualidade (principalmente continente africano) assiste-se a um grande aumento de população jovem.
As causas de isso acontecer resultam da:
- manutenção de uma elevada taxa de natalidade
-grande descida da taxa de mortalidade a partir dos meados do sec XX devido à ajuda humanitário dos PD.
Como consequências de tanta população jovem temos:
-falta de alimentos
-problemas para os governos para a construção de escolas
-aumento do desemprego
Em resultado de tudo isto nestes países há:
- mais fome,
- mais miséria
- mais conflitos
- mais criminalidade
É ter maior ou menor autonomia para aceder a bens e serviços indispensáveis, tais como:
-saúde
-educação
-cultura
-emprego
-lazer
Prende-se com nível de realização pessoal e passa pela:
-integração social,
-segurança
-auto-realização
-reconhecimento social
-Desenvolvidos
-Desenvolvidos em Recessão
-Em desenvolvimento
-Pouco desenvolvidos
4. Porque há tantas diferenças entre o nível de desenvolvimento dos países?
Critérios de avaliação dos países desenvolvidos:
Índice de educação: Para avaliar a dimensão da educaçãoo cálculo do IDH considera dois indicadores. O primeiro, com peso dois, é a taxa de alfabetizaçãode pessoas com 15 anos ou mais de idade — na maioria dos países, uma criança já concluiu o primeiro ciclo de estudos (no Brasil, o Ensino Fundamental) antes dessa idade. Por isso a medição do analfabetismose dá, tradicionalmente a partir dos 15 anos. O segundo indicador é a taxa de escolarização: somatório das pessoas, independentemente da idade, matriculadas em algum curso, seja ele fundamental, médioou superior, dividido pelo total de pessoas entre 7 e 22 anos da localidade. Também entram na contagem os alunos supletivo, de classes de aceleração e de pós-graduação universitária, nesta área também está incluído o sistema de equivalências Rvccou Crvcc, apenas classes especiais de alfabetizaçãosão descartadas para efeito do cálculo.
Longevidade: O item longevidadeé avaliado considerando a esperança de vidaao nascer. Esse indicador mostra a quantidade de anos que uma pessoa nascida em uma localidade, em um ano de referência, deve viver. Ocultamente, há uma sintetização das condições de saúdee de salubridadeno local, já que a expectativa de vidaé fortemente influenciada pelo número de mortes precoces.
Renda: A rendaé calculada tendo como base o PIB per capitado país. Como existem diferenças entre o custo de vida de um país para o outro, a renda medida pelo IDH é em dólarPPC (Paridade do Poder de Compra), que elimina essas diferenças
Embora não exista nenhum estudo acerca de correlações, de causa -efeito, entre as áreas do globo terrestre, o clima e as latitudes com o IDH das nações, pela observação do mapa com cores indicando o IDH podemos perceber alguns fatos.
Países com IDH mais alto ficam geralmente nas maiores latitudes, locais de temperaturas médias mais baixas. É o caso da América do Norte, Europa Ocidental, Japão, Coreia do Sul, Austrália, Nova Zelândia.
Com IDH ligeiramente menor nessas latitudes ficam a Rússiae as antigas nações do "bloco comunista", países onde a Renda per capitaé menor, havendo, porém, bons índices de alfabetização e expectativa de vida. Ficam aí também a Argentina, Chilee Uruguai, os países de clima mais frio da América Latina.
Nações com IDH intermediário se encontram em sua maioria na América Latina, no Norte da África, Oriente Médio, China, Ásia Central, Irão, nações que ficam entre as latitudes de clima mais frio e as regiões equatoriais.
Os países de menor IDH estão claramente nas menores latitudes, climas mais quentes, com forte concentração na África e no Subcontinente indiano .Dentro do próprio continente africano pode ser percebida uma ligeira tendência de maior IDH nos pontos mais afastados da linha do Equador .
No Brasil se configura uma tendência geográfica similar, com IDH maior concentrado no sul e no sudeste, com alguma ramificação para o centro -oeste. As regiões de menor IDH ficam no norte e nordeste do país, mais nas proximidades do Equador .
As observações acima são ilustrativas, não levando em consideração factores históricos, culturais, religiosos, políticos, colonialismo, conflitos, riquezas naturais, os quais são determinantes no desenvolvimento das nações e mesmo dentro dos países. Há, assim, algumas excepções ao que foi listado acima, nações de alto IDH nos trópicos (ex. Singapura , Malásia , Brunei e produtores de Petróleo ) e de baixo IDH nas regiões frias (geralmente ex-comunistas ).
O subdesenvolvimento constitui um grave problema com que muitos dos países do mundo se debatem na actualidade.
-Os condicionalismos históricos (países que foram colónias dos PD)
-As condições Naturais (climas quentes, secos, húmidos que são obstáculos a actividades económicas como a agricultura e até o turismo.
-Sucessivas Catástrofes Naturais (seca, inundações, furacões...)
As condições naturais são igualmente um factor importante a ter em conta.
No entanto existem mais causas:
-Explosão Demográfica (problemas de fome, infra-estruturas...)
-Agricultura Tradicional (produção menor que a população)
-Economia Frágil (processo de matérias-primas agrícolas, recursos mineiros e energéticos é feito por empresas multinacionais)
Esta lógica de trocas comerciais é ainda negativa, por gerar uma dependência económica relativamente a esses produtos, o que faz com que a oscilação dos preços tem enormes implicações nestas economias.
-O baixo nível de escolaridade (o que faz com que existe fraca formação profissional)
-A debilidade das infra-estruturas económicas (rede viária, aeroportos, rede ferroviária)
-A crescente dívida externa (empréstimos, juros altíssimos)
-A Instabilidade social.
Confrontam-se com o sucessivo aumento da sua população, o que condiciona o seu desenvolvimento.
E a tendência do produção < população não é acompanhada pelo aumento dos recursos alimentares.
Opõe situações de fome e carência alimentar mas também tem alguns problemas como o excesso alimentar (subnutrição) e consumismo exagerado.
Visa reduzir significativamente as taxas de natalidade verificadas como é o caso dos países menos desenvolvidos.
Propõe-se a:
-Subsídios aos casais com um só filho e agravamento dos impostos a casais com muitos filhos.
-Campanhas de sensibilização para os casamentos tardios para a integração da mulher no mercado de trabalho
-Aumento nível de instrução
-Programas Planeamento familiar
-Legalização do Aborto
-Esterilização
Aplica-se a política do filho único que cria incentivos nomeadamente nos cuidados de saúde gratuitos para o filho, prioridade no acesso ao emprego e habitação para casais com um filho.
Aplica-se a Lei da Eugénica
“É permitida a interrupção da gravidez e a esterilização, em simultâneo com o prolongamento da jornada de trabalho, a redução do período de descanso e criando condições para casamentos tardios’’.
Trabalho elaborado por:
Tânia Monteiro
Tony Mateus
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADs_desenvolvido
http://www.gforum.tv/board/1429/151517/paises-desenvolvidos-subdesenvolvidos.html
http://www.frigoletto.com.br/GeoEcon/desxsub.htm